Postado por: Leandro Alves,Thiago Fontes,José Lourival e Cinthia Fonseca
Dois anos após ter sido criado por Thomas Alva Edison, em New JePrsey, o aparelho denominado fonógrafo foi demonstrado pela primeira vez no final do século XIX.
Vindo dos Estados Unidos, o tcheco Frederico Figner desembarcou em Belém, no
Pará, em 1891, ano em que inicia uma verdadeira peregrinação pelo território brasileiro,
realizando pequenas apresentações do fonógrafo em feiras e festas populares.
O advento do disco
No dia 2 de agosto, a Casa Edison – empresa de Figner – lançava o primeiro
suplemento de discos gravados no Brasil.
Já em 1908, a Sociedade Phonographica Brasileira anunciava "gramophones" de
diversos preços ao alcance de pobres e ricos, o que impulsionou a venda de música gravada.
Após ter se associado à Odeon alemã, Figner funda a Fábrica Odeon, localizada no
Bairro da Tijuca, em 1913, a primeira a prensar discos no Brasil.
O surgimento das gravadoras independentes
Os primeiros dados oficiais sobre o mercado nacional de discos datam de 1965, possibilitado pelo desenvolvimento das tecnologias de gravação.
Neste ano as gravadoras formaram a Associação Brasileira dos Produtores de Discos. Em
1967, foi promulgada a lei de incentivo fiscal, que permitia às gravadoras aplicarem o ICM
devido pelos discos internacionais em gravações nacionais. A partir de então, os produtos
deveriam conter o selo "Disco é Cultura".
Em 1973, um decreto presidencial cria o Conselho Nacional do Direito Autoral
(CNDA) e o Escritório Central de Arrecadação de Direitos (ECAD), controversa instituição
com o intuito de regular a atividade deste setor.
Somente ao final da década a produção independente brasileira demonstra organização
e diversificação de gêneros musicais, conseguindo assim alguma atenção da mídia.
Fonte:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/4609/1/NP6SILVA.pdf
sábado, 27 de outubro de 2007
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