Postado por: Cinthia e Mayana
Dominará a Tecnologia ou o Desenvolvimento Humano? Por Thomas Hilley, da União Internacional de Telecomunicações - Genebra, Junho de 2001
A União Internacional das Telecomunicações (UIT), sediada em Genebra, pertence à Organização das Nações Unidas. Tem por missão, em conjunto com os vários governos e iniciativa privada, regulamentar as rádiocomunicações.
Surgiu durante a década de 1920 e constituiu-se, desde logo, como um dos principais progressos das telecomunicações.Com o rápido desenvolvimento das novas tecnologias, e a avançada corrida por mercados de consumo, os ouvintes de rádio de todo o mundo questionam-se sobre o futuro do rádio.
O que será daqui a dez anos? As emissoras internacionais de rádio irão desaparecer? Certamente nenhuma das respostas pode ser prevista, mas é do conhecimento geral que grandes emissoras como a Voz da América, Voz da Alemanha e BBC de Londres terão que se adaptar aos novos tempos.
Diante delas, emissoras regionais e de médio alcance terão maior autonomia para registar a sua presença. Genericamente falando, as emissoras internacionais de grande porte estarão conflitualizando umas com as outras e não com os seus países alvo. Em determinado momento, acredita-se que a rádio internacional se encontre num estágio de expansão, onde as suas várias audiências se encontrem, viabilizando os seus altos custos de transmissão, mas também cumprindo com o seu principal factor de existência: informar.
Mesmo com o rápido desenvolvimento das principais tecnologias de transmissão, como a DRM (Digital Radio Mondiale) que pretende transmitir sinais digitais em Ondas Médias e Curtas, muitas populações ainda se encontrarão em estado de desenvolvimento social. Terá de se encontrar uma forma de equilibrar ciência e tecnologia, com desenvolvimento humano e economia. Nenhuma emissora de rádio transmite os seus sinais sem que existam interesses econômicos e políticos junto ao público alvo. As emissoras de rádio que hoje não podem ser captadas porque os seus sinais são encobertos pelos potentes sinais das grandes emissoras, serão o próximo foco destas audiências. As grandes emissoras devem aprender a trabalhar da mesma forma com públicos diferentes. Tanto os ouvintes de Ondas Curtas quanto os locais, que captam os seus sinais por emissoras filiadas, continuarão a ouvir e a manter-se fiéis aos seus programas.
Existe porém, uma situação que deve ser observada: o poder político da massa que ouve estas emissoras. Nenhuma estação de rádio internacional manterá os seus serviços no ar pelo simples prazer de transmitir, mas isso não quer dizer que estas emissoras não tenham que cumprir com as suas obrigações. Informar de forma séria e coerente é o mínimo que todas as emissoras precisam oferecer. Tudo o que houver acima disso, é lucro. As grandes audiências, bem como as pequenas, não devem ter medo do seu relacionamento com às emissoras. O que ocorre algumas vezes, é que por falta de afinidade entre as partes, tanto os ouvintes, quanto as emissoras deixam de expor as suas idéias e muitas oportunidades deixam passar-se.
As ondas curtas, médias ou longas nunca vão acabar. Existirá sim, um momento em que as audiências se transformarão. As pessoas que se encontrarem em melhor condição para ouvir rádio por Internet ou via satélite, irão fazê-lo, mas isso não define o que toda esta audiência estará a fazer.
Muitos ainda estarão a rastrear sinais de satélites, emissoras distantes a emitir em qualquer faixa também terão a sua audiência garantida e isto prova que a prática da radioescuta não acabará. O rádio é muito mais do que um simples veículo de comunicação, mas um meio hábil, relativamente barato e de fácil acesso que pode transformar toda uma sociedade.
Ainda nos dias de hoje, o rádio chega onde a televisão não chega. Atinge populações que nunca imaginaram o que é um simples controle-remoto, mas principalmente, possui tecnologia muito mais barata e versátil do que qualquer outro meio de comunicação de massa conhecido até ao momento.
“A rádio poderá transformar-se, mas nunca irá acabar.”
Fonte: http://www.aminharadio.com/
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
domingo, 28 de outubro de 2007
Rádio e Internet: novas perspectivas
Postado por: Thiago Fontes
Tradicionalmente conhecido como um meio imediato e
irrepetível, a rádio, com o advento da Internet, pode redefinir-se.
A introdução de sistemas multimédia
vem alterar a natureza da rádio, podendo
transformá-la de tal forma que nos obrigue
a reequacionar o conceito, questionando a
validade da definição do que é a rádio e a
sua comunicação. Sendo a rádio o meio que
ao longo da história da comunicação mais
facilmente se adaptou aos novos cenários
tecnológicos, absorvendo-os para renovar
a tecnologia de comunicação radiofónica,
como será que o desafio do digital está a ser
enfrentado por este meio?
O estilo hipermediático agora utilizado
recorre a quase todos os recursos da co-
municação em rede, fazendo distinguir os
meios de comunicação modernos entre outros
aspectos, pela interatividade, hiperligações,
personalização e atualização constante.
A Internet tem vindo a integrar o sistema
de comunicação da rádio, apresentando-se,
no momento, como um suporte complementar
para as emissões em FM. Para a rádio, a
Internet pode ser encarada tanto como concorrência
quanto como desafio, no sentido
da variedade que o mundo online oferece
(tendo como elemento central a world wide
web), e pelo desafio da adaptação ao novo
meio, na pesquisa, produção e difusão de
conteúdos.
Assim desenvolvemos um quadro
analítico no qual prevalece um modelo
de emissão em Frequência Modelada e outro,
ainda em evolução, eminentemente convergente.
Este modelo, multimediático, resulta
da tendência integradora de meios e do
objectivo das empresas de estarem presentes
em todos os mercados da comunicação. A
rádio passa a oferecer serviços que unem ao
som, elementos escritos e visuais e junta-se a
outros media para estar presente e responder
às solicitações do consumidor multimédia.
A programação apresenta-se de carácter
generalista, mas deixa lugar para a emergência
de um novo que especializa cada emissora em conteúdos
monotemáticos e que se reflecte para já, na
especialização musical de algumas estações
de rádio.
O conceito de rádio na Internet está ainda
por definir, mas uma rádio com texto e vídeo,
foge ao modelo tradicional, actualizando
um formato com cerca de oitenta anos
de existência e fornecendo ao utilizador, que
é também o ouvinte, um amplo conjunto
de potencialidades, que até aqui seriam impensáveis.
As emissoras que têm uma presença mínima
na rede poderão enquadrar-se num modelo
testemunhal, relativo a websites que nos
indiquem apenas as informações essenciais
sobre a estação, sem transmissão em directo
das emissões;
Já utilizando o modelo multimediático, ocorre uma correspondência dos
operadores que exploram a Internet paralelamente
à emissão regular, assumindo a sua
presença na rede como mais um canal de difusão
que transforma a rádio num modelo de
comunicação multimédia;
Há também, um esquema telemático, que
se apresenta exclusivamente on-line, com
serviços próprios, vulgarmente designado
webradio.
Na rádio, a Internet começou por ser utilizada
essencialmente como ferramenta de
trabalho. A partir da sua produção para as
ondas hertzianas, muitas estações começaram
a disponibilizar os seus conteúdos na
Internet em websites próprios sem aumentarem
nada ao formato inicial. Posteriormente,
as estações começaram a produzir conteúdos
específicos para a Internet, e surgiram projectos
a operar exclusivamente neste novo
meio de comunicação, sendo este o estágio
que se desenvolve na atualidade.
Decorrendo em paralelo, mas num número
menor de websites, o mais recente
esquema operacional disponibiliza os seus
conteúdos exclusivamente na Internet, sem
emissão por ondas hertzianas e pode utilizar
todas as potencialidades que a Internet
oferece, na construção um produto completamente
diferente, para o qual subscrevemos
a designação utilizada de webradio.
Fonte:
http://bocc.ubi.pt/pag/cordeiro-paula-radio-internet-novas-perspectivas.pdf
Tradicionalmente conhecido como um meio imediato e
irrepetível, a rádio, com o advento da Internet, pode redefinir-se.
A introdução de sistemas multimédia
vem alterar a natureza da rádio, podendo
transformá-la de tal forma que nos obrigue
a reequacionar o conceito, questionando a
validade da definição do que é a rádio e a
sua comunicação. Sendo a rádio o meio que
ao longo da história da comunicação mais
facilmente se adaptou aos novos cenários
tecnológicos, absorvendo-os para renovar
a tecnologia de comunicação radiofónica,
como será que o desafio do digital está a ser
enfrentado por este meio?
O estilo hipermediático agora utilizado
recorre a quase todos os recursos da co-
municação em rede, fazendo distinguir os
meios de comunicação modernos entre outros
aspectos, pela interatividade, hiperligações,
personalização e atualização constante.
A Internet tem vindo a integrar o sistema
de comunicação da rádio, apresentando-se,
no momento, como um suporte complementar
para as emissões em FM. Para a rádio, a
Internet pode ser encarada tanto como concorrência
quanto como desafio, no sentido
da variedade que o mundo online oferece
(tendo como elemento central a world wide
web), e pelo desafio da adaptação ao novo
meio, na pesquisa, produção e difusão de
conteúdos.
Assim desenvolvemos um quadro
analítico no qual prevalece um modelo
de emissão em Frequência Modelada e outro,
ainda em evolução, eminentemente convergente.
Este modelo, multimediático, resulta
da tendência integradora de meios e do
objectivo das empresas de estarem presentes
em todos os mercados da comunicação. A
rádio passa a oferecer serviços que unem ao
som, elementos escritos e visuais e junta-se a
outros media para estar presente e responder
às solicitações do consumidor multimédia.
A programação apresenta-se de carácter
generalista, mas deixa lugar para a emergência
de um novo que especializa cada emissora em conteúdos
monotemáticos e que se reflecte para já, na
especialização musical de algumas estações
de rádio.
O conceito de rádio na Internet está ainda
por definir, mas uma rádio com texto e vídeo,
foge ao modelo tradicional, actualizando
um formato com cerca de oitenta anos
de existência e fornecendo ao utilizador, que
é também o ouvinte, um amplo conjunto
de potencialidades, que até aqui seriam impensáveis.
As emissoras que têm uma presença mínima
na rede poderão enquadrar-se num modelo
testemunhal, relativo a websites que nos
indiquem apenas as informações essenciais
sobre a estação, sem transmissão em directo
das emissões;
Já utilizando o modelo multimediático, ocorre uma correspondência dos
operadores que exploram a Internet paralelamente
à emissão regular, assumindo a sua
presença na rede como mais um canal de difusão
que transforma a rádio num modelo de
comunicação multimédia;
Há também, um esquema telemático, que
se apresenta exclusivamente on-line, com
serviços próprios, vulgarmente designado
webradio.
Na rádio, a Internet começou por ser utilizada
essencialmente como ferramenta de
trabalho. A partir da sua produção para as
ondas hertzianas, muitas estações começaram
a disponibilizar os seus conteúdos na
Internet em websites próprios sem aumentarem
nada ao formato inicial. Posteriormente,
as estações começaram a produzir conteúdos
específicos para a Internet, e surgiram projectos
a operar exclusivamente neste novo
meio de comunicação, sendo este o estágio
que se desenvolve na atualidade.
Decorrendo em paralelo, mas num número
menor de websites, o mais recente
esquema operacional disponibiliza os seus
conteúdos exclusivamente na Internet, sem
emissão por ondas hertzianas e pode utilizar
todas as potencialidades que a Internet
oferece, na construção um produto completamente
diferente, para o qual subscrevemos
a designação utilizada de webradio.
Fonte:
http://bocc.ubi.pt/pag/cordeiro-paula-radio-internet-novas-perspectivas.pdf
Surgimento da industria fonográfica relacionado à história do radio.
Postado por: Thiago Fontes
O rádio não existiria sem a indústria fonográfica e a indústria tecnológica, sendo o
disco o que mais diz respeito ao dia-a-dia do rádio. Atualmente, inúmeras emissoras
veiculam programas do tipo A Hora da Saudade, divulgando a música do passado. Não
deixa de ser uma forma de preservação da memória da música popular brasileira, não
obstante o perigo de estarem, estes programas, em vias de extinção com a mediocridade que
assola grande parte da programação da radiodifusão brasileira. Na sua maior parte, são
apenas programas saudosistas, não trazendo grandes informações sobre o momento
histórico ou da própria música, fatores importantes para o ouvinte, em especial para os
jovens, a fim de que eles entendam as transformações e evolução da cultura brasileira.
Segundo pesquisadores e historiadores, não houve por parte das gravadoras o propósito de
colaborar no levantamento da história musical do Brasil.
Até os anos 30 todas as emissoras brasileiras funcionaram sem regulamentação
oficial da atividade de radiodifusão pelo Governo Federal. No início daquela década, foi
instituída a Comissão Técnica do Rádio, cujo objetivo foi examinar os assuntos
relacionados à esse novo meio de comunicação.
Chegada do disco ao país
As primeiras unidades de gramofones apareceram no Rio de Janeiro, importados
pelo norte-americano James Mitchel. Tinha início então, em 1898 a era das gravações para
venda, feitas por Frederico Figner, a partir de cilindros previamente gravados que podiam
ser raspados e polidos para novas gravações já que eram feitos de cera. Thomas Edison é
considerado o criador da primeira gravação em cilindros.
Dono da Casa EDISON, a primeira instalada no Brasil em 1900, entre 1902 e 1932,
Figner monopolizou a indústria de discos lançados e comercializados no Brasil e foi um
lançador de talentos numa época em que o rádio ainda não havia se instalado. Surgiu em
1912 o primeiro estabelecimento industrial de discos da América do Sul, a fábrica Odeon,
que chegou a produzir mais de um milhão de discos por ano.
Algumas obras sobre a música brasileira contam que Figner não costumava pagar
compositores e músicos ferindo, assim, os princípios básicos dos direitos autorais. Já o
pesquisador e fotógrafo carioca Humberto Moraes Francheschi conta que Figner comprava
dos autores os direitos de gravação. A primeira gravação comercializada no Brasil foi o
lundu Isto é bom, de Xisto Bahia, gravada em 1902 por Bahiano, com acompanhamento de
violões. Era época ainda das gravações mecânicas, sem microfones, mixers e
amplificadores, por isso os discos da gravadora de Figner tinham um anúncio feito por um
locutor para informar o público sobre a música. A finalidade era para que os técnicos de
som em Berlim, que prensavam e etiquetavam os discos, pudessem saber de que música se
tratava e não se enganar na hora de etiquetar o disco. Na fase das gravações mecânicas, os
locutores gritavam em frente à boca dos gramofones e os cantores abriam as cordas vocais
a todo volume para impressionar a camada virgem de goma laca dos discos 78 rotações. O
Brasil foi o primeiro país do mundo responsável pela produção de um disco com gravações
de ambos os lados. Trata-se da citada canção Isto é Bom.
Fonte:
http://www.redealcar.jornalismo.ufsc.br/resumos/R0130-1.pdf
O rádio não existiria sem a indústria fonográfica e a indústria tecnológica, sendo o
disco o que mais diz respeito ao dia-a-dia do rádio. Atualmente, inúmeras emissoras
veiculam programas do tipo A Hora da Saudade, divulgando a música do passado. Não
deixa de ser uma forma de preservação da memória da música popular brasileira, não
obstante o perigo de estarem, estes programas, em vias de extinção com a mediocridade que
assola grande parte da programação da radiodifusão brasileira. Na sua maior parte, são
apenas programas saudosistas, não trazendo grandes informações sobre o momento
histórico ou da própria música, fatores importantes para o ouvinte, em especial para os
jovens, a fim de que eles entendam as transformações e evolução da cultura brasileira.
Segundo pesquisadores e historiadores, não houve por parte das gravadoras o propósito de
colaborar no levantamento da história musical do Brasil.
Até os anos 30 todas as emissoras brasileiras funcionaram sem regulamentação
oficial da atividade de radiodifusão pelo Governo Federal. No início daquela década, foi
instituída a Comissão Técnica do Rádio, cujo objetivo foi examinar os assuntos
relacionados à esse novo meio de comunicação.
Chegada do disco ao país
As primeiras unidades de gramofones apareceram no Rio de Janeiro, importados
pelo norte-americano James Mitchel. Tinha início então, em 1898 a era das gravações para
venda, feitas por Frederico Figner, a partir de cilindros previamente gravados que podiam
ser raspados e polidos para novas gravações já que eram feitos de cera. Thomas Edison é
considerado o criador da primeira gravação em cilindros.
Dono da Casa EDISON, a primeira instalada no Brasil em 1900, entre 1902 e 1932,
Figner monopolizou a indústria de discos lançados e comercializados no Brasil e foi um
lançador de talentos numa época em que o rádio ainda não havia se instalado. Surgiu em
1912 o primeiro estabelecimento industrial de discos da América do Sul, a fábrica Odeon,
que chegou a produzir mais de um milhão de discos por ano.
Algumas obras sobre a música brasileira contam que Figner não costumava pagar
compositores e músicos ferindo, assim, os princípios básicos dos direitos autorais. Já o
pesquisador e fotógrafo carioca Humberto Moraes Francheschi conta que Figner comprava
dos autores os direitos de gravação. A primeira gravação comercializada no Brasil foi o
lundu Isto é bom, de Xisto Bahia, gravada em 1902 por Bahiano, com acompanhamento de
violões. Era época ainda das gravações mecânicas, sem microfones, mixers e
amplificadores, por isso os discos da gravadora de Figner tinham um anúncio feito por um
locutor para informar o público sobre a música. A finalidade era para que os técnicos de
som em Berlim, que prensavam e etiquetavam os discos, pudessem saber de que música se
tratava e não se enganar na hora de etiquetar o disco. Na fase das gravações mecânicas, os
locutores gritavam em frente à boca dos gramofones e os cantores abriam as cordas vocais
a todo volume para impressionar a camada virgem de goma laca dos discos 78 rotações. O
Brasil foi o primeiro país do mundo responsável pela produção de um disco com gravações
de ambos os lados. Trata-se da citada canção Isto é Bom.
Fonte:
http://www.redealcar.jornalismo.ufsc.br/resumos/R0130-1.pdf
sábado, 27 de outubro de 2007
A Importância do Rádio.
Para saber a importância deste veículo, que está em todo lugar ao mesmo tempo, basta você pensar nas suas mais diversas utilidades. Informando, interagindo, politizando, educando, ajudando a construir o sucesso e principalmente fazendo companhia a todos sem distinção. Ele chega, onde nenhum outro veiculo consegue chegar. Esta na Internet, no carro, nas antenas parabólicas, no celular e até mesmo no seu maior concorrente: a televisão.
Artistas, empresários, políticos e principalmente o cidadão que utiliza este meio diariamente sabem o que ele significa!
As ultimas pesquisam(MARPLAN), compravam que o Rádio esta junto a 93% dos consumidores.Sendo assim, um imbatível meio para atingir os mais diversos setores da sociedade.
Já pensou o que seria da historia sem o rádio?
Futebol, política, educação, cultura e lazer estão alienados ao Rádio de uma maneira positiva. O que seria da nossa musica se não fosse o rádio? Existiria artista consagrado como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ivete Sangalo,Chiclete com Banana,Asa de Águia, Olodum e tantos outros espalhados pelo mundo? Tenho a impressão que não.Fica difícil imaginar a vida sem este charmoso e indispensável veículo.
Comunicação é o ato de interagir, de saber das notícias do mundo, de aprender a cantar os sucessos, de saber onde comprar os produtos, enfim, tudo passa pelas ondas do rádio.
Obrigado aos criadores, talvez eles não tinha a noção do serviço que estavam prestando ao mundo com essa tão maravilhosa e fascinante criação.
Salve, Salve! Heinrich Hertz (físico alemão que descobriu as ondas sonoras), Salve Roquete Pinto (trouxe o rádio para o Brasil).Sou Radialista por amor e obra de Deus, que me colocou neste palco onde pretendo não deixar enquanto vida tiver.
No rádio existem verdadeiros mágicos que fazem com sua vozes e talentos nato, o mundo sonhar e viajar. Que com sorrisos e alegrias estão em muitos lugares ao mesmo tempo.
Quero citar aqui, alguns entre milhares de mágicos que já passaram ou estão na nossa profissão: Cristóvão Rodrigues (o pai do axé no rádio), Baby Santiago (saudades, sua criatividade é lembrada até hoje), Andrezão (grande no tamanho e na nobreza de fazer rádio), Josenel Barreto (o charme no rádio) Manolo Pousada (fez escola nas manhãs do rádio, sou aluno), Jeffinho (que simpatia, sou fã), Jota Zô (me inspirou e me ensinou o caminho, obrigado), Beto Fernandes (categoria e disciplina), Leleco Júnior (o meu mestre e incentivador na minha carreira e na de muitos, obrigado amigo, FELIZ !!!).Impossível citar todos em um único texto, por isso agradeço a todos os comunicadores que fazem e continuam fazendo historia.
A você que esta entrando neste mercado, saiba da responsabilidade que é ser chamado de RADIALISTA, seja bem vindo!!
Radio é o meio mais eficiente de interagir e despertar sonhos.Nunca morrerá, muito pelo contrário, como Fênix renasce a cada dia.
Leandro Guerrilha, Março de 2007.
Artistas, empresários, políticos e principalmente o cidadão que utiliza este meio diariamente sabem o que ele significa!
As ultimas pesquisam(MARPLAN), compravam que o Rádio esta junto a 93% dos consumidores.Sendo assim, um imbatível meio para atingir os mais diversos setores da sociedade.
Já pensou o que seria da historia sem o rádio?
Futebol, política, educação, cultura e lazer estão alienados ao Rádio de uma maneira positiva. O que seria da nossa musica se não fosse o rádio? Existiria artista consagrado como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ivete Sangalo,Chiclete com Banana,Asa de Águia, Olodum e tantos outros espalhados pelo mundo? Tenho a impressão que não.Fica difícil imaginar a vida sem este charmoso e indispensável veículo.
Comunicação é o ato de interagir, de saber das notícias do mundo, de aprender a cantar os sucessos, de saber onde comprar os produtos, enfim, tudo passa pelas ondas do rádio.
Obrigado aos criadores, talvez eles não tinha a noção do serviço que estavam prestando ao mundo com essa tão maravilhosa e fascinante criação.
Salve, Salve! Heinrich Hertz (físico alemão que descobriu as ondas sonoras), Salve Roquete Pinto (trouxe o rádio para o Brasil).Sou Radialista por amor e obra de Deus, que me colocou neste palco onde pretendo não deixar enquanto vida tiver.
No rádio existem verdadeiros mágicos que fazem com sua vozes e talentos nato, o mundo sonhar e viajar. Que com sorrisos e alegrias estão em muitos lugares ao mesmo tempo.
Quero citar aqui, alguns entre milhares de mágicos que já passaram ou estão na nossa profissão: Cristóvão Rodrigues (o pai do axé no rádio), Baby Santiago (saudades, sua criatividade é lembrada até hoje), Andrezão (grande no tamanho e na nobreza de fazer rádio), Josenel Barreto (o charme no rádio) Manolo Pousada (fez escola nas manhãs do rádio, sou aluno), Jeffinho (que simpatia, sou fã), Jota Zô (me inspirou e me ensinou o caminho, obrigado), Beto Fernandes (categoria e disciplina), Leleco Júnior (o meu mestre e incentivador na minha carreira e na de muitos, obrigado amigo, FELIZ !!!).Impossível citar todos em um único texto, por isso agradeço a todos os comunicadores que fazem e continuam fazendo historia.
A você que esta entrando neste mercado, saiba da responsabilidade que é ser chamado de RADIALISTA, seja bem vindo!!
Radio é o meio mais eficiente de interagir e despertar sonhos.Nunca morrerá, muito pelo contrário, como Fênix renasce a cada dia.
Leandro Guerrilha, Março de 2007.
Surgimento da industria fonográfica
Postado por: Leandro Alves,Thiago Fontes,José Lourival e Cinthia Fonseca
Dois anos após ter sido criado por Thomas Alva Edison, em New JePrsey, o aparelho denominado fonógrafo foi demonstrado pela primeira vez no final do século XIX.
Vindo dos Estados Unidos, o tcheco Frederico Figner desembarcou em Belém, no
Pará, em 1891, ano em que inicia uma verdadeira peregrinação pelo território brasileiro,
realizando pequenas apresentações do fonógrafo em feiras e festas populares.
O advento do disco
No dia 2 de agosto, a Casa Edison – empresa de Figner – lançava o primeiro
suplemento de discos gravados no Brasil.
Já em 1908, a Sociedade Phonographica Brasileira anunciava "gramophones" de
diversos preços ao alcance de pobres e ricos, o que impulsionou a venda de música gravada.
Após ter se associado à Odeon alemã, Figner funda a Fábrica Odeon, localizada no
Bairro da Tijuca, em 1913, a primeira a prensar discos no Brasil.
O surgimento das gravadoras independentes
Os primeiros dados oficiais sobre o mercado nacional de discos datam de 1965, possibilitado pelo desenvolvimento das tecnologias de gravação.
Neste ano as gravadoras formaram a Associação Brasileira dos Produtores de Discos. Em
1967, foi promulgada a lei de incentivo fiscal, que permitia às gravadoras aplicarem o ICM
devido pelos discos internacionais em gravações nacionais. A partir de então, os produtos
deveriam conter o selo "Disco é Cultura".
Em 1973, um decreto presidencial cria o Conselho Nacional do Direito Autoral
(CNDA) e o Escritório Central de Arrecadação de Direitos (ECAD), controversa instituição
com o intuito de regular a atividade deste setor.
Somente ao final da década a produção independente brasileira demonstra organização
e diversificação de gêneros musicais, conseguindo assim alguma atenção da mídia.
Fonte:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/4609/1/NP6SILVA.pdf
Dois anos após ter sido criado por Thomas Alva Edison, em New JePrsey, o aparelho denominado fonógrafo foi demonstrado pela primeira vez no final do século XIX.
Vindo dos Estados Unidos, o tcheco Frederico Figner desembarcou em Belém, no
Pará, em 1891, ano em que inicia uma verdadeira peregrinação pelo território brasileiro,
realizando pequenas apresentações do fonógrafo em feiras e festas populares.
O advento do disco
No dia 2 de agosto, a Casa Edison – empresa de Figner – lançava o primeiro
suplemento de discos gravados no Brasil.
Já em 1908, a Sociedade Phonographica Brasileira anunciava "gramophones" de
diversos preços ao alcance de pobres e ricos, o que impulsionou a venda de música gravada.
Após ter se associado à Odeon alemã, Figner funda a Fábrica Odeon, localizada no
Bairro da Tijuca, em 1913, a primeira a prensar discos no Brasil.
O surgimento das gravadoras independentes
Os primeiros dados oficiais sobre o mercado nacional de discos datam de 1965, possibilitado pelo desenvolvimento das tecnologias de gravação.
Neste ano as gravadoras formaram a Associação Brasileira dos Produtores de Discos. Em
1967, foi promulgada a lei de incentivo fiscal, que permitia às gravadoras aplicarem o ICM
devido pelos discos internacionais em gravações nacionais. A partir de então, os produtos
deveriam conter o selo "Disco é Cultura".
Em 1973, um decreto presidencial cria o Conselho Nacional do Direito Autoral
(CNDA) e o Escritório Central de Arrecadação de Direitos (ECAD), controversa instituição
com o intuito de regular a atividade deste setor.
Somente ao final da década a produção independente brasileira demonstra organização
e diversificação de gêneros musicais, conseguindo assim alguma atenção da mídia.
Fonte:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/4609/1/NP6SILVA.pdf
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
História do Rádio
História do Rádio no Brasil
Foi oficialmente inaugurado a 7 de Set. 1922.
Com um transmissor de 500 watts,da Westinghouse, no alto do Corcovado - RJ, para 80 recepts.
O primeiro programa foi o discurso do Presidente Epitácio Pessoa.
A Instalação de fato aconteceu aos 20 de Abril de 1923 com Roquete Pinto e Henry Morize com a "Rádio Sociedade do Rio de Janeiro".
Sua programação era para a elite, não para a massa: com ópera, recitais de poesia, concertos, palestras culturais...
Receptores caros, importados.
Finalidade cultural, educativa e altruísta.
Mensalidades pagas para quem tinha os receptores, doações.
Anúncios pagos eram proibidos
Era comercial:
Começa na década de 30 as transformações.
Decreto n. 21.111 de 01/03/32 autorizava a 10% de sua programação ter comerciais.
O erudito se torna popular.
Contrata-se artistas e produtores.
A competição trouxe:
a. desenv. Técnico,
b. status da emissora (ibope) e
c. popularidade do veículo
Época de "Ouro do Rádio"
"O impacto do rádio sobre a sociedade brasileira nesta época, foi muito mais profundo do que aquele que a televisão viria a produzir 30 anos depois." A era do Rádio,Orlando Miranda, p.72
Nos anos 40 acontece a "época de ouro do Rádio"
Programação mais popular, mais audiência
Surge o Ibope, dia 13 de Maio 1942
A primeira radionovela, 1942: "Em busca da felicidade"
Esportes, radiojornalismo -Repóter Esso...
O contexto da primeira guerra mundial e a copa do mundo marcaram esta época do Rádio.
Chega a TV e o rádio muda:
Os artistas do Rádio vão para a TV
Troca-se os artistas e programas de humor por música
As novelas e programas de auditório por serviços de utilidade pública
Busca-se a segmentação
Chega um poderoso impulso: o Transistor, em 23/12/47. Comunicação mais ágil, ao vivo da rua, e receptores sem tomadas.
As FMs aparecem na década de 60, com muito mais músicas.
Volta para o índice
Página principal Mapa do Site Pesquisa no Site Categorias
Fale conosco!
Acessos:
Foi oficialmente inaugurado a 7 de Set. 1922.
Com um transmissor de 500 watts,da Westinghouse, no alto do Corcovado - RJ, para 80 recepts.
O primeiro programa foi o discurso do Presidente Epitácio Pessoa.
A Instalação de fato aconteceu aos 20 de Abril de 1923 com Roquete Pinto e Henry Morize com a "Rádio Sociedade do Rio de Janeiro".
Sua programação era para a elite, não para a massa: com ópera, recitais de poesia, concertos, palestras culturais...
Receptores caros, importados.
Finalidade cultural, educativa e altruísta.
Mensalidades pagas para quem tinha os receptores, doações.
Anúncios pagos eram proibidos
Era comercial:
Começa na década de 30 as transformações.
Decreto n. 21.111 de 01/03/32 autorizava a 10% de sua programação ter comerciais.
O erudito se torna popular.
Contrata-se artistas e produtores.
A competição trouxe:
a. desenv. Técnico,
b. status da emissora (ibope) e
c. popularidade do veículo
Época de "Ouro do Rádio"
"O impacto do rádio sobre a sociedade brasileira nesta época, foi muito mais profundo do que aquele que a televisão viria a produzir 30 anos depois." A era do Rádio,Orlando Miranda, p.72
Nos anos 40 acontece a "época de ouro do Rádio"
Programação mais popular, mais audiência
Surge o Ibope, dia 13 de Maio 1942
A primeira radionovela, 1942: "Em busca da felicidade"
Esportes, radiojornalismo -Repóter Esso...
O contexto da primeira guerra mundial e a copa do mundo marcaram esta época do Rádio.
Chega a TV e o rádio muda:
Os artistas do Rádio vão para a TV
Troca-se os artistas e programas de humor por música
As novelas e programas de auditório por serviços de utilidade pública
Busca-se a segmentação
Chega um poderoso impulso: o Transistor, em 23/12/47. Comunicação mais ágil, ao vivo da rua, e receptores sem tomadas.
As FMs aparecem na década de 60, com muito mais músicas.
Volta para o índice
Página principal Mapa do Site Pesquisa no Site Categorias
Fale conosco!
Acessos:
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM
O Museu da Imagem e do Som (MIS) foi inaugurado em 3 de setembro de 1965 pelo então governador do estado da Guanabara, Carlos Lacerda, como parte das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro. O MIS lançou um gênero pioneiro de museu audiovisual que seria seguido por outras capitais e cidades brasileiras, além de ter se constituído num centro cultural de vanguarda nas décadas de 60 e 70 do século XX, lugar de encontros e lançamentos de idéias e novos comportamentos.
Algumas coleções foram adquiridas para a sua inauguração, como as fotos de Augusto Malta sobre o Rio Antigo; o " Incrível, Fantástico e Extraordinário" acervo do radialista Henrique Foréis Domingues, o Almirante; e a coleção de discos raros do grande pesquisador de música popular brasileira Lúcio Rangel. Outras coleções foram incorporadas ao longo do tempo, como a da Rádio Nacional, com a memória da época de ouro do rádio no Brasil, e a Coleção Jacob do Bandolim, acervo particular mais importante sobre a memória do choro, entre tantas que, no seu conjunto, formam um dos acervos museológicos mais expressivos e diversificados da cultura urbana brasileira.
Além de abrigar importantes arquivos que atendem aos interesses de um público pesquisador amplo e diversificado, o prédio da Fundação Museu da Imagem e do Som é, em si mesmo, uma das mais belas peças de sua coleção, constituindo um exemplar histórico raro dos edifícios construídos para abrigar a Exposição do Centenário da Independência do Brasil, realizada em 1922. O projeto original é de autoria do arquiteto Sylvio Rebecchi, filho de Rafael Rebecchi, arquiteto vencedor do concurso de fachadas realizado por ocasião da abertura da Avenida Central, hoje Rio Branco, em princípios do século XX.
Localizado na Praça XV, e inserido na Zona Especial do Corredor Cultural da cidade do Rio de Janeiro, junto com o Museu Histórico Nacional, o Museu Naval, o Paço Imperial, a Casa França-Brasil e o Centro Cultural Banco do Brasil, em 1989 o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac) do Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu o tombamento do prédio, encerrando em definitivo a polêmica desenvolvida na época em torno de sua demolição para dar lugar a uma estação do Metrô.
Logo após, em 1990, o Museu passou por uma grande restauração que lhe devolveu o fausto do estilo eclético original, desfigurado pelas intervenções que, ao longo dos anos, modificaram a sua fachada original.
Em 1990, o MIS, além do prédio original na Praça XV, passou também a ocupar um outro edifício localizado no bairro da Lapa, tradicional reduto da boêmia carioca, que abriga diversos bares, casas noturnas e entidades culturais responsáveis pela transformação desse espaço urbano em um dos locais de maior efervescência cultural da cidade. Essa sede é ocupada por setores administrativos da Fundação Museu da Imagem e do Som e abriga acervos disponíveis à pesquisa.
POSTADO POR SHINA
DIRETORIA ATUAL
Algumas coleções foram adquiridas para a sua inauguração, como as fotos de Augusto Malta sobre o Rio Antigo; o " Incrível, Fantástico e Extraordinário" acervo do radialista Henrique Foréis Domingues, o Almirante; e a coleção de discos raros do grande pesquisador de música popular brasileira Lúcio Rangel. Outras coleções foram incorporadas ao longo do tempo, como a da Rádio Nacional, com a memória da época de ouro do rádio no Brasil, e a Coleção Jacob do Bandolim, acervo particular mais importante sobre a memória do choro, entre tantas que, no seu conjunto, formam um dos acervos museológicos mais expressivos e diversificados da cultura urbana brasileira.
Além de abrigar importantes arquivos que atendem aos interesses de um público pesquisador amplo e diversificado, o prédio da Fundação Museu da Imagem e do Som é, em si mesmo, uma das mais belas peças de sua coleção, constituindo um exemplar histórico raro dos edifícios construídos para abrigar a Exposição do Centenário da Independência do Brasil, realizada em 1922. O projeto original é de autoria do arquiteto Sylvio Rebecchi, filho de Rafael Rebecchi, arquiteto vencedor do concurso de fachadas realizado por ocasião da abertura da Avenida Central, hoje Rio Branco, em princípios do século XX.
Localizado na Praça XV, e inserido na Zona Especial do Corredor Cultural da cidade do Rio de Janeiro, junto com o Museu Histórico Nacional, o Museu Naval, o Paço Imperial, a Casa França-Brasil e o Centro Cultural Banco do Brasil, em 1989 o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac) do Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu o tombamento do prédio, encerrando em definitivo a polêmica desenvolvida na época em torno de sua demolição para dar lugar a uma estação do Metrô.
Logo após, em 1990, o Museu passou por uma grande restauração que lhe devolveu o fausto do estilo eclético original, desfigurado pelas intervenções que, ao longo dos anos, modificaram a sua fachada original.
Em 1990, o MIS, além do prédio original na Praça XV, passou também a ocupar um outro edifício localizado no bairro da Lapa, tradicional reduto da boêmia carioca, que abriga diversos bares, casas noturnas e entidades culturais responsáveis pela transformação desse espaço urbano em um dos locais de maior efervescência cultural da cidade. Essa sede é ocupada por setores administrativos da Fundação Museu da Imagem e do Som e abriga acervos disponíveis à pesquisa.
POSTADO POR SHINA
DIRETORIA ATUAL
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Definições para condução do trabalho (23/10)
1) Cada componente deverá realizar pesquisa sobre os tópicos do trabalho (ver no nosso e-mail: ciberadio@gmail.com) para encontrar notícias correlatas e produzir 2 notas diferentes, citando as fontes;
2) O layout do blog ainda não foi definido. Tivemos a idéia de compor uma marca com a figura de um aparelho de rádio antigo aliada a uma composição de letras utilizando um cabo de conexão (azul). Sugerimos que pesquisem essas imagens: aparelho de rádio antigo e cabo de conexão. E enviem os arquivos para o e-mail de luisbmartins@gmail.com , que irá compor a marca, apresentando sempre testes ao grupo;
3) Sobre a parte histórica: Luís e Leandro ficaram de disponibilizar material através do e-mail do grupo;
4) Na próxima aula, se possível, no intervalo, na própria sala (no S1), nos encontramos para verificar o andamento do trabalho.
Até lá!
Postado por Cinthia, Maiana, Thiago Fontes, Luís Henrique, Shina.
2) O layout do blog ainda não foi definido. Tivemos a idéia de compor uma marca com a figura de um aparelho de rádio antigo aliada a uma composição de letras utilizando um cabo de conexão (azul). Sugerimos que pesquisem essas imagens: aparelho de rádio antigo e cabo de conexão. E enviem os arquivos para o e-mail de luisbmartins@gmail.com , que irá compor a marca, apresentando sempre testes ao grupo;
3) Sobre a parte histórica: Luís e Leandro ficaram de disponibilizar material através do e-mail do grupo;
4) Na próxima aula, se possível, no intervalo, na própria sala (no S1), nos encontramos para verificar o andamento do trabalho.
Até lá!
Postado por Cinthia, Maiana, Thiago Fontes, Luís Henrique, Shina.
Instruções da profª para realização do trabalho (aula de 23/10 - terça)
Todo o material produzido para o trabalho escrito não deve mais ser impresso e sim postado no Blog do Grupo.
Vocês podem postar matérias jornalísticas para valorizar o trabalho do grupo. As matérias devem ter relação direta com o tema trabalhado pelo grupo.
Postado por Cinthia, Maiana, Thiago Fontes, Luís Henrique, Shina.
Vocês podem postar matérias jornalísticas para valorizar o trabalho do grupo. As matérias devem ter relação direta com o tema trabalhado pelo grupo.
Postado por Cinthia, Maiana, Thiago Fontes, Luís Henrique, Shina.
Assinar:
Postagens (Atom)